“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato", afinal é o Artigo 5º, IV, IX, da Constituição Federal

Brasil na alienação dos sentidos negativos da política, corrupção generalizada, a falta de reforma política... o ficha limpa não passa o Brasil a limpo!
Enfim, este país de vossas excelências, as mariposas políticas, o povo vive de utopia, pela miséria controlada afim de eleições e reeleições, donde o dinheiro público é investido ao bem patrimonial de políticos; e os jovens se perdem em redes sociais falando que vão ao banheiro!
novembro 01, 2012
outubro 30, 2012
PT... militantes ou jagunços... Repórter do CQC é agredido durante cobertura das eleições
[foto reproduzida de vídeo da Band, CGC]
Vídeo que demonstra clara e objetiva pretensão contra a liberdade de expressão:
http://cqc.band.uol.com.br/videos-episodio.asp?videoid=8e3ae4301c668850b6de684e07a7b29d&canal=618&id=13708
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outubro 27, 2012
outubro 15, 2012
outubro 08, 2012
outubro 07, 2012
outubro 04, 2012
Não se pode confiar em ninguém... Lewandowski inocenta José Dirceu de corrupção ativa
Jornal do BrasilLuiz Orlando Carneiro, Brasília
No 32º dia do julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, da ação penal do mensalão, nesta quinta-feira, o ministro-revisor Ricardo Lewandowski absolveu José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do primeiro governo Lula, do crime de corrupção ativa, divergindo novamente do ministro-relator Joaquim Barbosa.
Depois repudiar “o direito penal do inimigo”, na linha de que “o réu deve ser inexoravelmente condenado”, ele repetiu o que dissera, há cinco anos, quando foi voto vencido ao rejeitar a denúncia inicial da Procuradoria-Geral da República contra o então indiciado José Dirceu: “O Ministério Público limitou-se a potencializar o fato de que ele exercia importantes funções públicas, sem se dar ao trabalho de descrever as condutas criminosas a ele atribuídas”.
No 32º dia do julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, da ação penal do mensalão, nesta quinta-feira, o ministro-revisor Ricardo Lewandowski absolveu José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do primeiro governo Lula, do crime de corrupção ativa, divergindo novamente do ministro-relator Joaquim Barbosa.
Depois repudiar “o direito penal do inimigo”, na linha de que “o réu deve ser inexoravelmente condenado”, ele repetiu o que dissera, há cinco anos, quando foi voto vencido ao rejeitar a denúncia inicial da Procuradoria-Geral da República contra o então indiciado José Dirceu: “O Ministério Público limitou-se a potencializar o fato de que ele exercia importantes funções públicas, sem se dar ao trabalho de descrever as condutas criminosas a ele atribuídas”.
Alguém acredita que vai resolver alguma coisa???
E o dinheiro manipulado dos cofres públicos, vai voltar???
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