Brasil na alienação dos sentidos negativos da política, corrupção generalizada, a falta de reforma política... o ficha limpa não passa o Brasil a limpo!

Enfim, este país de vossas excelências, as mariposas políticas, o povo vive de utopia, pela miséria controlada afim de eleições e reeleições, donde o dinheiro público é investido ao bem patrimonial de políticos; e os jovens se perdem em redes sociais falando que vão ao banheiro!


dezembro 29, 2012

Racismo contra brancos, honestos, contribuintes, eleitores, heteros...


NEM NEGRO, NEM ÍNDIO, NEM VIADO, NEM ASSALTANTE, NEM GUERRILHEIRO, NEM INVASOR. Como Faço ??

Ives Gandra da Silva Martins*

Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria!

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

Para os que desconhecem este é o:
Inciso IV do art. 3° da CF a que se refere o Dr. Ives Granda, em sua íntegra:

"promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação".

Assim, volta a ser atual, ou melhor nunca deixou de ser atual, a constatação do grande Rui Barbosa:

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)

*Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo .

dezembro 25, 2012

Nióbio: a riqueza desprezada pelo Brasil, as falcatruas...

Países ricos gostariam de tê-lo extraído do seu solo, enquanto o Brasil dispensa pouca importância a esse mineral com tão vastas qualidades e de incontáveis aplicações


O nióbio, símbolo químico Nb, é muito empregado na produção de ligas de aço destinadas ao fabrico de tubos para condução de líquidos. Como curiosidade, o nome nióbio deriva da deusa grega Níobe que era filha de Tântalo que foi responsável pelo nome de outro elemento químico, tântalo.

O nióbio é dotado de elasticidade e flexibilidade que permitem ser moldável. Estas características oferecem inúmeras aplicações em alguns tipos de aços inoxidáveis e ligas de metais não ferrosos destinados à fabricação de tubulações para o transporte de água e petróleo a longas distâncias por ser um poderoso agente anti-corrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos, como os naftênicos.

Inúmeras são as aplicações do nióbio, indo desde as envolvidas com artigos de beleza, como as destinadas à produção de jóias, até o emprego em indústrias nucleares. Na indústria aeronáutica, é empregado na produção de motores de aviões a jato, e equipamentos de foguetes, devido a sua alta resistência a combustão. São tantas as potencialidades do nióbio que a baixas temperaturas se converte em supercondutor.

O elemento nióbio recebeu inicialmente o nome de “colúmbio”, dado por seu descobridor Charles Hatchett, em 1801. Não é encontrado livre no ambiente, mas, como niobita (columbita). O Brasil com reserva de mais de 97%, em Catalão e Araxá, é o maior produtor mundial de nióbio, e o consumo mundial é de aproximadamente 37 mil toneladas anuais do minério totalmente brasileiro.

As pressões externas que subjugam o povo brasileiro

Ronaldo Schlichting, administrador de empresas e membro da Liga da Defesa Nacional, em seu excelente artigo, que jamais deveria ser do desconhecimento do povo brasileiro, chama a atenção sobre a “Questão do Nióbio” e convoca todos os brasileiros para que digam não à doutrina da subjugação nacional. Menciona que a história do Brasil foi pautada pela escravidão das sucessivas gerações de cidadãos submetidos à vergonhosa doutrina de servidão.

Schlichting, de forma oportunista, desperta na consciência de todos que “qualquer tipo de riqueza nacional, pública ou privada, de natureza tecnológica, científica, humana, industrial, mineral, agrícola, energética, de comunicação, de transporte, biológica, assim que desponta e se torna importante, é imediatamente destruída, passa por um inexorável processo de transferência para outras mãos ou para seus ‘testas de ferro’ locais”.

Identificam-se, nos dizeres do membro da Liga de Defesa Nacional, as estratégias atualmente aplicadas contra o Brasil nesta guerra dissimulada com ataques transversais, característicos dos combates desfechados durante a assimetria de “4ª Geração”. Os brasileiros têm que ser convencidos de que o Brasil está em guerra e que de nada adianta ser um país pacífico. Os inimigos são implacáveis e passivamente o povo brasileiro está assistindo a desmontagem do país. Na guerra assimétrica, de quarta geração de influências sutis, não há inicialmente uso de armas e bombardeios com grande mortandade. O processo ocorre de forma sub-reptícia, com a participação ativa de colaboracionistas, entreguistas, corruptos, lobistas e traidores. O povo na sua esmagadora maioria desconhece o que de gravíssimo está ocorrendo na sua frente e não esboça nenhum tipo de reação. Por trás, os países hegemônicos, mais ricos, colonizadores, injetam volumosas fortunas em suas organizações nacionais e internacionais (ONGs, religiosas, científicas, diplomáticas) para corromperem e corroerem as instituições e autoridades nacionais para consequentemente solaparem a moral do povo e esvaziar a vontade popular. Este tipo de acontecimento é presenciado no momento no Brasil.

As ações objetivas efetuadas

A sobretaxação do álcool brasileiro nos EUA; as calúnias internacionais sobre o biodiesel; a não aceitação da lista de fazendas para a venda de carne bovina para a União Europeia (UE); a acusação do jornal inglês “The Guardian” de que a avicultura brasileira estaria avançando sobre a Amazônia; as insistentes tentativas pra a internacionalização da Amazônia; a possível transformação da Reserva Indígena Ianomâmi (RII), 96.649Km2, e Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS), 160.000Km2, em dois países e o conseqüente desmembramento do norte do Estado de Roraima e incontáveis outras tentativas, algumas ostensivas, outras insidiosas. Elas deixam claro que estamos no meio de uma guerra assimétrica de quarta geração, que o desfecho poderá ser o ataque de forças armadas coligadas (OTAN), lideradas pelos Estados Unidos da América do Norte.

É importante chamar a atenção dos brasileiros para o fato de que a RII é para 5.000 indígenas e que a RIRSS é para 15.000 indígenas. Somando as duas reservas indígenas dão 256.649Km2 para 20.000 silvícolas de etnias diferentes, que na maioria nunca viveram nas áreas, muitos aculturados e não reivindicaram nada. Enquanto as duas reservas indígenas somam 256.649Km2 para 20 mil almas, a Inglaterra com 258.256Km2 abriga uma população de aproximadamente 60 milhões de habitantes.

Esta subserviência do Brasil vem de longa data conforme pontifica Ronaldo Schlichting. Ela vem desde “o Império”, sendo adotada já no alvorecer da “República” e pode ser exemplificada por “ONGs, fundações, igrejas, empresas, sociedades, partidos políticos, fóruns, centro de estudos e outras arapucas”.

As diversas aplicações do Nióbio

Entre os metais refratários, o nióbio é o mais leve prestando-se para a siderurgia, aeronáutica e largo emprego nas indústrias espacial e nuclear. Na necessidade de aços de alta resistência e baixa liga e de requisição de superligas indispensáveis para suportar altas temperaturas como ocorre nas turbinas de aviões a jato e foguetes, o nióbio adquire máxima importância. Podem ser exemplificados outros empregos do nióbio na vida moderna: produção de aço inoxidável, ligas supercondutoras, cerâmicas eletrônicas, lente para câmeras, indústria naval e fabricação de trens-bala, de armamentos, indústria aeroespacial, de instrumentos cirúrgicos, e óticos de precisão.

O descaso nas negociações internacionais

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), a maior exploradora mundial, do Grupo Moreira Salles e da multinacional Molycorp, em Araxá, exporta 95% do nióbio extraído de Minas Gerais.

Segundo o artigo de Schlichting, que menciona o citado no jornal Folha de São Paulo, 5 de novembro de 2003: “Lula passou o final de semana em Araxá em casa da CBMM do Grupo Moreira Salles e da multinacional Molycorp…” E, complementa que “uma ONG financiou projetos do Instituto Cidadania, presidido por Luiz Inácio da Silva, inclusive o ‘Fome Zero’, que integra o programa de governo do presidente eleito”.

O Brasil como único exportador mundial do minério não dá o preço no mercado externo, o preço do metal quase 100% refinado é cotado a US$ 90 o quilo na Bolsa de Metais de Londres, enquanto que totalmente bruto, no garimpo o quilo custa 400 reais. Na cotação do dólar de hoje (R$ 1,75), R$ 400,00 = $ 228,57. Portanto, $ 228,57 – $ 90,00 = $ 138,57. Como conclusão, o sucesso do governo atual nas exportações é “sucesso de enganação”. O brasileiro é totalmente ludibriado com propagandas falsas de progressos nas exportações, mas, em relação aos negócios internacionais, de verdadeiro é a concretização de maus negócios.

Nas jazidas de Catalão e Araxá o nióbio bruto, extraído da mina, custa 228,57 dólares e é vendido no exterior, refinado, por 90 dólares. Como é que pode ocorrer tal tipo de transação comercial com total prejuízo para a população do país? É muito descaso com as questões do país e o desinteresse com o bem-estar do povo brasileiro. Como os EUA, a Europa e o Japão são totalmente dependentes do nióbio e o Brasil é o único fornecedor mundial, era para todos os problemas econômicos, a liquidação total da dívida externa e de subdesenvolvimento serem totalmente resolvidos.

Deve ser frisada a grande importância do nióbio e a questão do desmembramento de gigantescas fatias de territórios da Amazônia, ricas deste metal e de outras jazidas minerais já divulgadas. As pressões externas são demasiadas e visam a desmoralização das instituições brasileiras das mais diversas formas, conforme pode ser comprovado nas políticas educacionais e nos critérios de admissão de candidatos às universidades. Métodos que corrompem autoridades destituídas de valores morais são procedimentos que contribuem para a desmontagem do país. Uma gama extensa de processos que permitam os traidores obterem vantagens faz parte para ampliar a divulgação da descrença, anestesiando o povo, dando a certeza de que o Brasil não tem mais jeito.

A questão do nióbio é tão vergonhosa que na realidade o mundo todo consome 100% do nióbio brasileiro, sendo que os dados oficiais registram como exportação somente 40%. Anos e anos de subfaturamento tem acumulado um prejuízo para o país de bilhões e bilhões de dólares anuais.

Ronaldo Schlichting, no seu artigo publicado, ressalta que “no cassino das finanças internacionais o jogo da moda é chamado de ‘mico preto’, cujo perdedor será aquele que ao fim do carteado ficar com a carta do mico, denominada dólar”. É, devido à incompetência do governo brasileiro e do ministro da Fazenda, quem ficou com o mico preto foi o povo brasileiro, o papel pintado, falso, sem valor, chamado de dólar.

O que está ocorrendo é que o Brasil está vendendo todas as suas riquezas de qualquer jeito e recebendo o pagamento em moeda podre, sem qualquer valor, ficando caracterizada uma traição ao país e ao povo brasileiro.

* Edvaldo Tavares é coronel-médico da Reserva do Exército e diretor executivo do Sistema Raiz da Vida

dezembro 13, 2012

Expressões Redundantes... descendo para baixo ou subindo para cima!!

Todo cuidado é pouco na hora de formular frases ou escrever textos no que diz respeito às redundâncias, ou seja, falar ou escrever informações desnecessárias repetindo-se uma ideia já contida no termo expresso anteriormente.

Veja a seguir frases com expressões redundantes frequentemente utilizadas:

“Eu e minha irmã repartimos o chocolate em METADES IGUAIS.”
Ao dividir algo pela metade, as duas partes só podem ser “iguais”!

“O casal ENCAROU DE FRENTE todas as acusações.”
Seria possível que eles encarassem “de trás”?

“Adoro tomar CANJA DE GALINHA.”
Se é canja que você toma, só pode ser “de galinha”!

“O estado EXPORTOU PARA FORA menos calçados este ano.”
E como ele poderia fazer para exportar para “dentro”?

“Quando AMANHECEU O DIA, o sol brilhava forte.”
Você já viu amanhecer a “noite”?

“Tiradentes teve sua CABEÇA DECAPITADA.”
Alguém já viu um “pé” ser decapitado? Decapitação só existe da cabeça mesmo!

“A criança sofreu uma HEMORRAGIA DE SANGUE e foi parar no hospital.”
Todas as hemorragias são “de sangue”!

“HÁ muito tempo ATRÁS fui a Portugal.”
A forma verbal há já indica que o tempo é no passado.

“Ela é LOUCA DA CABEÇA!”
Você já viu algum louco do “pé”?

“O rapaz se INFILTROU DENTRO da festa sem ser convidado.”
O verbo infiltrar já indica “para dentro”.

“Pessoal, não vamos ADIAR PARA DEPOIS esta reunião!”
O verbo adiar já indica que é “para depois”.

“Será que tenho OUTRA ALTERNATIVA?”
A palavra alternativa significa “outra opção”. A forma correta seria: “Será que tenho alternativa?”

“Eu e meu marido CONVIVEMOS JUNTOS durante dois anos.”
O verbo conviver já expressa a ideia de “viver com”, “junto”.

“A professora ACRESCENTOU MAIS UMA ideia ao projeto.”
Será que ela poderia acrescentar “menos” uma ideia?

Fonte: Só Português

No nosso dia a dia usamos frases que falamos errado sem perceber. Confira abaixo algumas. A linguagem culta, onde utilizamos a língua pátria da forma correta, nos mostra que muitas vezes, no dia a dia, usamos expressões redundantes ou descabidas para nos expressar. Não pensem que isso é coisa de pessoas desinformadas ou incultas. Algumas frases ou expressão são tão usadas que muitas vezes não damos conta ou nem percebemos os erros cometidos, durante a expressão oral e escrita.
Vejam só alguns erros comuns, praticados em nosso dia a dia e que passam despercebidos:

- Planos para o futuro: se perceber verá que não existem planos para o presente, nem para o passado. Isso talvez ocorra somente quando criarem uma máquina do tempo.

- Criar novos empregos: criar já subentende que serão novos, ou será que podemos criar velhos empregos?

- Habitat natural: a própria palavra habitat já mostra que é natural. Basta conferir no dicionário.

- Prefeitura municipal: alguém conhece uma prefeitura que não seja municipal? Pelo menos em nosso país?

- Conviver junto: conviver separado é algo literalmente impossível. Conviver significa viver em comunhão ou em conjunto.

- Pequenos detalhes: não existem grandes detalhes. Somente o fato de ser um detalhe mostra que já é pequeno.

- Erário público: o significado de erário é tesouro ou fazenda pública. Então não há a necessidade de dizer que é público novamente para reforçar a ideia do conceito.

- Sorriso nos lábios: caso não seja nos lábios, não poderá ser em nenhuma outra região do corpo humano.

- Estrelas do céu.Paramos à noite para contemplar o lindo brilho das estrelas do mar da terra ou de outro lugar que não seja o céu?

Algumas dessas frases e expressões são usadas no cotidiano e nunca percebemos que falamos errado, pois já fazem parte da cultura popular. Para as pessoas que gostam de falar corretamente, fica a dica.

Fonte: Pedra Leticia

dezembro 11, 2012

Mensalão: Joaquim Barbosa diz que MP deve investigar Lula

O presidente do STF, Joaquim Barbosa (José Cruz/ABr)

Laryssa Borges, na Veja on-line

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa defendeu nesta terça-feira que o Ministério Público investigue a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no esquema criminoso do mensalão. O envolvimento do petista, revelado em depoimento do publicitário Marcos Valério à Procuradoria-Geral da República, aponta que o valerioduto arcou com “despesas pessoais” do ex-presidente. Os recursos no valor de 98 500 reais foram depositados, segundo o do operador do mensalão, na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy.

No intervalo da sessão plenária do Conselho Nacional de Justiça, Joaquim Barbosa disse que o MP deve apurar as novas informações, mas evitou comentar o conteúdo do depoimento. O magistrado disse ter tomado conhecimento do teor das revelações de forma “oficiosa”. Ao ser questionado se o Ministério Público deveria abrir um inquérito sobre o caso, respondeu: “Eu creio que sim”.

Como Lula não detém mais foro privilegiado, as possíveis investigações seriam realizadas na primeira instância. Conforme o depoimento de Valério ao MP, revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o ex-presidente Lula deu aval para que as agências de publicidade do operador do mensalão tomassem empréstimos com os bancos BMG e Rural. Segundo o Ministério Público, esses recursos foram utilizados para corromper parlamentares aliados no primeiro mandato de Lula na Presidência.

dezembro 10, 2012

Desarmamento favorece bandidos...

Temos presenciado a cada dia mais violência e a população indefesa diante bandidos armados...

Quantos tem perdido a vida em função da indefesa, sem possibilidades de reação;

Afinal, o cidadão que paga impostos que paga políticos e policiais, se possuir uma arma é preso, enquanto os bandidos desfilam suas armas...

dezembro 06, 2012

Mensalão, reduzir pena de corruptos?? Quem pensou nesta idiotice??


Marco Aurélio fez a proposta porque considerou 'estratosféricas' as penas de alguns réus; maioria dos ministros, no entanto, rejeitou a aplicação da continuidade delitiva

iG São Paulo | 05/12/2012

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quarta-feira (5), por maioria, derrubar a proposta de redução das penas de 16 dos 25 condenados no julgamento do mensalão . Por 7 votos a 2, a Corte rejeitou a proposta do ministro Marco Aurélio Mello, que considerava vários crimes contra a administração pública como um só, aplicando apenas uma pena agravada em até dois terços. Ele chamou de "estratosféricas" as penas impostas a algum dos réus do processo e foi seguido apenas pelo revisor, o ministro Ricardo Lewandowski.

No caso do publicitário Marcos Valério, por exemplo, Marco Aurélio propôs reduzir em até cinco vezes a pena, que passaria de 40 anos para 10 anos. "O mentor da quadrilha, José Dirceu, foi condenado a 10 anos, enquanto Marcos Valério, seu instrumento, a 40 anos", criticou ele, ao ressaltar que o operador do mensalão, mesmo com a redução da pena, continuará a cumprir a pena inicialmente em regime fechado.

Antes de Marco Aurélio, o presidente do STF e relator da ação, ministro Joaquim Barbosa, manifestou-se contrariamente ao reconhecimento de que alguns dos crimes teriam sido cometidos uma única vez, ou seja, na forma de continuidade delitiva.

Foi excluído do recálculo o núcleo político, do qual o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-presidente do partido José Genoino estariam excluídos.

Marco Aurélio recalculou as penas de outros 15 condenados. Sobre os sócios de Valério, Cristiano Paz cumpriria 8 anos e 1 mês em regime fechado, no lugar dos quase 26 anos a que foi condenado. Ramon Hollerbach teria pena de 8 anos em vez de 29 anos. Rogério Tolentino teria uma redução de dois anos para se chegar a 8 anos em regime semiaberto e Simone Vasconcelos, ex-diretora da agência, pegaria 5 anos no semiaberto.

José Roberto Salgado e Kátia Rabello, do Banco Rural, teriam a pena reduzida à metade. Ele para 8 anos e 8 meses em regime fechado e ela para 8 anos e 11 meses. Romeu Queiroz cumpriria 4 anos e 6 meses no semiaberto; Pizzolato, 5 anos e 10 meses no semiaberto; Costa Neto, 5 anos e 4 meses n o semiaberto; Pedro Henry, 4 anos e 8 meses no semiaberto; Bispo Rodrigues, 3 anos, 9 meses e 15 dias no semiaberto; Pedro Corrêa, 6 anos e 9 meses no semiaberto; João Paulo Cunha, 3 anos e 9 meses no semiaberto (no lugar de 9 anos e 4 meses); Roberto Jefferson, 4 anos, 6 meses e 13 dias no semiaberto (no lugar de 7 anos e 14 dias); Vinicius Samarane, 5 anos e 9 meses no semiaberto.

“Relativamente as penas de multa descabe observar a continuidade delitiva”, afirmou Marco Aurélio. Barbosa chamou intervalo de 30 minutos e, na volta, os demais ministros vão votar sobre a proposta dos dois ministros para decidir se cabe ou não a aplicação da continuidade delitiva. Marco Aurélio reduziu as penas de 15 réus e deixou de fora o núcleo político, do qual faz parte o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-presidente do partido José Genoino.