Páginas

Brasil na alienação dos sentidos negativos da política, corrupção generalizada, a falta de reforma política... o ficha limpa não passa o Brasil a limpo!

Enfim, este país de vossas excelências, as mariposas políticas, o povo vive de utopia, pela miséria controlada afim de eleições e reeleições, donde o dinheiro público é investido ao bem patrimonial de políticos; e os jovens se perdem em redes sociais falando que vão ao banheiro!


Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

outubro 15, 2011

Médicos sem vergonha!!!

Médicos que ganham até R$ 22 mil por mês e deveriam cumprir 40 horas semanais são flagrados dando expediente em consultórios particulares.


Médicos do hospital público mais movimentado de Brasília usavam o horário de trabalho para atender pacientes em consultórios particulares. A denúncia chegou ao secretário de Saúde que demitiu a chefe do setor, como mostra a reportagem de Júlio Mosquéra e Diego Moraes.

Tatiana Aparecida depende da consulta com um endocrinologista para fazer uma cirurgia, e não tem previsão de atendimento. Há dois meses, ela espera por uma vaga nos hospitais públicos da capital do país.

Se eu quiser fazer a cirurgia no tempo previsto que eu devia estar fazendo, vou ter que procurar um particular. Na rede pública não tem”, ela conta.

Enquanto Tatiana espera na fila, endocrinologistas que deveriam atender no Hospital de Base, o maior hospital público de Brasília, dão expediente em consultórios particulares.

O produtor Diego Moraes flagrou, com uma câmera escondida, médicos que ganham até R$ 22 mil por mês e deveriam cumprir 40 horas semanais de trabalho. Entre eles, Mário Sérgio de Almeida, um dos mais antigos endocrinologistas do Hospital de Base.

Estou lá há 28 anos, no Hospital de Base. Desde outubro de 1983. Atendo aqui e lá”, ele revela.

De acordo com a escala da secretaria de saúde, ele deveria trabalhar na rede pública de segunda a sexta-feira, de 8h as 12h e de 14h as 18h. Mas na maior parte da semana está no consultório particular, como informou a secretária dele.

A médica Adriana Carvalho Furtado também foi encontrada trabalhando em seu consultório particular, quando deveria estar no hospital público.

Até a chefe da endocrinologia do hospital, Cláudia Gurgel, deixa de cumprir as 40 horas na rede pública e divide o tempo com o consultório particular.

A direção do Hospital de Base admitiu que os médicos deveriam estar no hospital quando trabalhavam nos consultórios particulares. O secretário de Saúde Rafael Barbosa mandou abrir investigação para apurar as denúncias, mas já decidiu exonerar do cargo a chefe da endocrinologia. [Jornal Nacional]


E de toda esta desfaçatez, aparece um tal de secretário de Saúde em rede nacional afirmando que irá reduzir em 50% a jornada de trabalho destes médicos e reduzir o salário em 40%...

... é isto mesmo, este secretário de Saúde está é dando um aumento salarial para estes médicos sem escrúpulo!!!

julho 21, 2011

Marca história: Hospital não é inaugurado depois de pronto!!!

RJ: Hospital federal ainda não foi inaugurado

Um hospital público no Rio de Janeiro ficou pronto um ano e meio depois do previsto. Mas a população vai ter que esperar mais pra ser atendida. A inauguração ainda não aconteceu.

O letreiro já foi até instalado no hospital, que é um Instituto de Traumato-Ortopedia, o Into, um hospital federal. A inauguração estava marcada para 19 de agosto, mas a assessoria informou que vai ser adiada novamente, porque as autoridades estão sem data na agenda.


Jornal da Band
.

julho 15, 2011

Hospital em condições sub-humanas!! Cadê o prefeito, o Governador??

Família denuncia que cordão umbilical foi cortado pelo próprio pai, e mãe e bebê teriam ficado numa espécie de enfermaria improvisada

A família de um bebê que morreu por causa de uma infecção generalizada denuncia as péssimas condições de higiene e de infraestrutura do Hospital Sofia Feldman, na Região Norte de Belo Horizonte. A criança nasceu no hospital na sexta-feira (8) e morreu no dia seguinte, após sofrer um choque séptico.

Segundo a mãe da criança, Regina Cícero Machado, o parto foi realizado por uma enfermeira e o cortão umbilical foi cortado pelo próprio pai, por falta de médicos. O homem, sem ao menos lavar as mãos ou usar luvas, teve que ajudar no nascimento do filho.

A família também alega que o bebê nasceu saudável, mas foi colocado numa espécie de enfermaria "improvisada", onde o lixo hospitalar não era devidamente recolhido. "O local tinha infiltrações e eles usavam baldes e cobertores para absorver a água que caía do teto", contou o pintor Pacífico Ribeiro, pai do menino.

Outra reclamação feita é em relação ao banheiro do quarto, que não teria pia para lavar as mãos. Além disso, outras mulheres entravam no local para utilização do banheiro. "O cheiro ruim era muito forte e o local não era devidamente higienizado", ressaltou Ribeiro.

Ainda segundo os familiares, mãe e filho tiveram alta e, quando chegaram em casa, a criança não parou de chorar. Eles voltaram para o hospital no mesmo dia e o bebê foi encaminhado para o CTI, onde morreu duas horas depois. O Hospital Sofia Feldman informou que a infecção do recém-nascido fora adquirida ainda na gestação. A mãe rebateu e afirmou ter feito todo o pré-natal, sem que nenhum problema fosse identificado. A Polícia Civil aguarda o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) para apurar o fato.

Veja as imagens feitas pela família:



Enviado por Redação
.

junho 30, 2011

Márcio Lacerda (PSB), e a saúde em Belo Horizonte

Nesta quarta-feira (29/06/2011) os moradores da região do Barreiro, uma das mais populosas e de concentração eleitoral, foram surpreendidos com a entrega por uma agente de saúde de um lembrete (bem modesto e pessimamente redigido), onde afirma que o Centro de Saúde (Tirol) está reduzindo o quadro de médicos (ops!!! não devia era aumentar??), e em contra partida também está aconselhando a população a somente se sentir mal das 07:00 as 09:00 horas, além de que, as equipes que de alguma forma maquiam uma responsabilidade médica, também estão suspensas!!

Ou seja, a agente de saúde foi levar um lembrete para a população deixar de ir ao Centro de Saúde para não encher o saco dos funcionários municipais da saúde que perambulam pelos corredores dos centros de saúde trombando um no outro!!!

Portanto, o cidadão belo-horizontino, que paga o IPTU (impostos) que sustentam a máquina administrativa da Prefeitura municipal, o salário do prefeito, os salários dos vereadores, os salários dos funcionários da administração pública municipal, além de arcar com esta despesa (muitas das vezes desnecessária), também tem horário para talvez se sentir mal...

Éh!!! Quem está passando mal é o sistema de saúde em Belo Horizonte. Será que o IPTU também será reduzido??