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Brasil na alienação dos sentidos negativos da política, corrupção generalizada, a falta de reforma política... o ficha limpa não passa o Brasil a limpo!

Enfim, este país de vossas excelências, as mariposas políticas, o povo vive de utopia, pela miséria controlada afim de eleições e reeleições, donde o dinheiro público é investido ao bem patrimonial de políticos; e os jovens se perdem em redes sociais falando que vão ao banheiro!


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setembro 14, 2011

Marcos Valério; a Justiça brasileira funciona contra os pobres

Acusado de ser o operador do mensalão, o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza foi condenado a seis anos de prisão por prestar informações falsas e sonegar informações, induzindo o Banco Central a erro em análise do capital de sua empresa, a empresa de publicidade SMPB.

Seu sócio na empresa, o empresário Cristiano Paz, também foi condenado pela 4ª Vara da Justiça Federal de Minas Gerais, com uma pena mais branda, de quatro anos e oito meses. Os dois podem recorrer da sentença em liberdade.

Para justificar empréstimos financeiros do Banco Rural a empresa SMPB, de acordo com informações da justiça, Valério apresentou documentos de que o capital social de sua empresa passou de R$ 150 mil para R$ 4 milhões no final da década de 1990.

As informações foram analisadas pelo Banco Central e, conforme a justiça sentenciou, foram consideradas falsas. Valério e seu sócio, além de dirigentes do Banco Rural, também foram denunciados por envolvimento no mensalão. De acordo com denúncia da Procuradoria Geral da República, o mensalão teria sido um esquema irregular de pagamento a parlamentares no Congresso, ocorrido durante a primeira gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O advogado de Valério, Marcelo Leonardo, disse ao iG que já recorreu da decisão. Ele afirma ver um equívoco na sentença, pois o magistrado da 4ª Vara Federal de Minas Gerais, Leonardo Augusto de Almeida Aguiar, cita a lei 7.942 para justificar a condenação. Segundo o advogado, esta lei só pode ser aplicada a administradores de instituições financeiras, o que não se enquadra no perfil de seu cliente. “Tanto para Valério e para o Cristiano a fixação da pena foi alta para evitar prescrição. Ele (Marcos Valério) não prestou informações diretamente ao Banco Central, quem prestou foi o banco. A informação era verdadeira na data em que foi prestada. O capital social de uma empresa pode mudar e entendemos que não houve informação falsa”.


E, então, com dinheiro público, muitos vivem uma vida regalada e pronto!!

Povo, vote nos políticos que aí estão, e permaneceremos com estas mesmas impunidades!!!