Brasil na alienação dos sentidos negativos da política, corrupção generalizada, a falta de reforma política... o ficha limpa não passa o Brasil a limpo!
Enfim, este país de vossas excelências, as mariposas políticas, o povo vive de utopia, pela miséria controlada afim de eleições e reeleições, donde o dinheiro público é investido ao bem patrimonial de políticos; e os jovens se perdem em redes sociais falando que vão ao banheiro!
Promotor é demitido do Mackenzie após criticar manifestações em SP
O promotor de Justiça Rogério Zagallo, do Ministério Público do Estado de São Paulo, foi demitido da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde dava aula de Direito Penal desde 2006. A demissão se tornou pública depois de ele ter feito comentários polêmicos no Facebook sobre o Movimento Passe Livre, na segunda-feira, 10, ofendendo os manifestantes e dizendo que se a Tropa de Choque matasse alguém ele "arquivaria o inquérito policial".
A assessoria de comunicação do Mackenzie não quis comentar as declarações de Zagallo e disse que o desligamento do professor neste momento foi uma "coincidência". A demissão teria sido assinada dias antes da postagem dos comentários, em um processo rotineiro de "realocação de professores" no fim do semestre. Zagallo não quis se pronunciar. Seu perfil não aparecia mais no Facebook nesta quarta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Se tiver alguém com alguma informação sobre este ESTUPRADOR, que esta foragido da delegacia quando foi pego em flagrante logo após ter estuprado uma jovem.
Por ser policial não foi algemado e continuou circulando dentro da delegacia falando em seu radio tranquilamente...
Se alguém souber ou tiver noticia do paradeiro, entrar em CONTATO COM ALGUMA AUTORIDADE DA POLÍCIA CIVIL.
A Polícia Militar de Santa Catarina abriu uma sindicância para apurar uma imagem que repercutiu nas redes sociais na segunda-feira (30) em que soldados aparecem fazendo brincadeiras em Florianópolis com uma escultura da Cow Parade, que reúne vacas esculpidas em fibras de vidro espalhadas por diversos pontos da cidade.
As fotografias teriam sido feitas em novembro de 2011 no Mercado Público de Florianópolis e, segundo a assessoria de imprensa da PM, só vieram ao conhecimento do público agora.
Quatro PMs e dois carros oficiais aparecem nas imagens. Segundo a corporação, os envolvidos já foram identificados e uma sindicância irá apurar as circunstâncias nas quais as imagens foram feitas. Durante a investigação, os soldados podem ser afastados das ruas.
A Polícia Militar de Santa Catarina informou que o fotógrafo foi chamado para ser ouvido pela Corregedoria e a sindicância irá verificar se eles infringiram normas do regulamento disciplinar.
O verdadeiro motivo da PM na USP é finalmente documentado...PM, ao cumprir as designações antidemocráticas do reitor João Grandino Rodas, agride aluno arbitrariamente.
O policial que sacou uma arma e ameaçou um estudante no campus da USP, na Zona Oeste de São Paulo, nesta segunda-feira (9), foi afastado da corporação pela cúpula da PM. A confusão foi gravada por estudantes e o vídeo acabou na internet.
Segundo o coronel Wellington Venezian, comandante do policiamento na Zona Oeste da capital, um outro soldado que estava no local também foi afastado. As imagens mostram o momento em que alunos, guardas universitários e o policial conversam próximo ao prédio que pertenceu ao DCE e que foi desocupado na quinta (5). O PM pergunta a um dos jovens se ele é aluno. O homem diz que é, mas o policial insiste e pede para que mostre a carteirinha da universidade. “Tenho minha palavra”, respondeu o rapaz.
O jovem é puxado com força pelo PM, que saca a arma e a coloca de volta no coldre. Os guardas e os alunos pedem calma e o jovem é levado para a frente do edifício. Lá, recebe mais alguns empurrões e um tapa.
Em entrevista realizada no fim desta tarde no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no Centro de São Paulo, o coronel classificou o fato como grave. Ele disse que a polícia não concorda com a atitude de “força e violência”.
A PM também determinou a abertura de uma sindicância para investigar o incidente. A sindicância dura 40 dias e pode acarretar desde uma repreensão até a expulsão dos policiais da corporação.
O coronel afirmou que o policial vai passar por um acompanhamento psicológico. Ele disse que ele não tinha histórico de abuso de autoridade. Ele atua na USP desde que o convênio entre a universidade e a PM foi firmado. A corporação classificou a atitude como desequilíbrio emocional.
“Conversei com o sargento e ele disse que foi desobedecido. Ele reconheceu que ficou muito nervoso e perdeu o controle emocional”. Os estudantes envolvidos devem ser convidados a falar na sindicância.
Em outro vídeo divulgado pelos estudantes, o policial envolvido diz que não fez “nada de errado”. “Que agredi, o quê”, respondeu ao ser indagado por um aluno. “Você está me provocando? Vai fazer denúncia. Vai fazer denúncia”, afirmou. Uma jovem quis ver o nome e a patente do policial, mas ele retirou a identificação da lapela. “Por que você quer ver meu nome? Não quero mostrar o meu nome”.
No segundo vídeo, o jovem agredido também dá sua versão. “Eu estava ali, argumentando com o senhor tenente André e ele pediu para eu mostrar a carteirinha. Eu disse que não ia mostrar e quando eu mostrei a carteirinha, ele me soltou”. Em seguida, ele mostra dois documentos que comprovam que estuda mesmo na USP.
Sindicalista vê racismo
Segundo Diana Assunção, diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), o jovem é estudante da USP-Leste. “Toda a mobilização contra a presença da PM na USP no ano passado se expressou hoje [segunda-feira] com um policial sacando uma arma. Talvez ele não tenha matado porque não estava na favela”.
Para ela, o policial foi racista, pois o jovem abordado é negro. “Foi um ato de racismo. Começou a ser truculento com o rapaz achando que ele não era um aluno. Mesmo que não fosse, não poderia ocorrer dessa forma”.
O policial negou que tenha sido preconceituoso na abordagem: “O que você sabe de racista? O que você está falando de racista? Ele me desacatou”, disse a um aluno que questionava a maneira como agiu.