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Brasil na alienação dos sentidos negativos da política, corrupção generalizada, a falta de reforma política... o ficha limpa não passa o Brasil a limpo!

Enfim, este país de vossas excelências, as mariposas políticas, o povo vive de utopia, pela miséria controlada afim de eleições e reeleições, donde o dinheiro público é investido ao bem patrimonial de políticos; e os jovens se perdem em redes sociais falando que vão ao banheiro!


dezembro 29, 2011

10 anos depois de escândalos, corrupção, renuncia para não ser cassado, Jader Barbalho volta ao Senado

BRASÍLIA - O paraense Jader Barbalho já foi do paraíso ao inferno no cenário político brasileiro: um dos homens mais poderosos da República, ministro duas vezes no governo José Sarney, envolveu-se em cabeludos escândalos de corrupção nos cargos públicos que ocupou, presidiu o Senado, foi algemado e preso. Acusado de desviar recursos da Sudam e do Banpará, protagonizou casos rumorosos como o do projeto do ranário fantasma da mulher com recursos públicos. Em certo momento alçou o posto de vilão número um do país. Passados dez anos como coadjuvante na política nacional, voltou nesta quarta-feira ao paraíso, no mesmo cenário do qual saiu pela porta dos fundos para não ser cassado em 2001.

Logo depois de tomar posse, Barbalho retornou pela primeira vez ao gabinete da liderança do PMDB no Senado para dar uma entrevista coletiva. Pouco antes da entrada dos jornalistas, fez um desabafo sobre sua trajetória política, numa referência aos episódios dos últimos 10 anos:

Volto ao Senado mais de 10 anos depois. Renunciei em 5 de outubro de 2001.

Jader fazia referência ao feroz embate político com o ex-senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) na disputa pela presidência do Senado. O confronto gerou uma guerra de dossiês, trazendo a público diversas denúncias que envolviam os dois principais políticos da base do governo Fernando Henrique Cardoso no Congresso.
Num dos embates mais duros no plenário, transmitido ao vivo pela TV Senado, ACM, então presidente do Senado, levou a pior. ACM presidia a sessão e Jader fazia discurso o atacando. Tentou interromper o discurso e Jader reagiu:

Não concedi aparte a Vossa Excelência. Fique calado! Ouça calado. Fique caladinho aí! — bradou Jader.

Pego de surpresa, ACM só rebateu momentos depois lendo uma manchete do jornal "O Estado de S.Paulo", que dizia: Pará agora só tem ladrão, louco e traidor.

E Vossa Excelência era o ladrão! — disse ACM.

As denúncias contra Jader continuaram mesmo depois que ele assumiu a presidência do Senado em 2001. Com isso, ele foi obrigado a renunciar para escapar de um processo de cassação do mandato.

Já sem mandato, em fevereiro de 2002, Jader foi preso pela Polícia Federal, em Belém, pelo envolvimento no escândalo da Sudam.

Infoglobo

dezembro 28, 2011

ONU pesquisa.

A ONU enviou uma carta para cada país com a pergunta:

"Por favor, diga honestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".

A pesquisa foi um fracasso.

Os europeus não entenderam o que era 'escassez'...
Os africanos não sabiam o que era 'alimento'...
Os cubanos não entenderam o que era 'opinião'...
Os argentinos não entendem o significado de 'por favor'...
Os norte americanos nem imaginam o que seja 'resto do mundo'...
O congresso brasileiro está debatendo o que é 'honestamente'.


dezembro 26, 2011

Enquanto não há responsabilidade por parte daqueles que são eleitos pelo povo, bêbados matam sem punição

No Brasil, uma pesquisa do Ministério da Saúde constatou que 38,4% dos adultos têm como hábito beber e dirigir. Segundo o mesmo órgão, são cerca de 40 mil mortes por ano. Pelas estatísticas do Governo Federal, 111 pessoas morreram por dia em acidentes no ano passado, 8% a mais do que no ano anterior. Foram cerca de 500 mil feridos. “Nós ocupamos a quinta posição mundial em mortes no trânsito”, avisou a apresentadora.

No mundo, o trânsito é hoje uma das três principais causas de morte entre pessoas de cinco a 44 anos. Todo ano, mais de 1,3 milhões de pessoas morrem em acidentes no planeta. São mais de 3.000 pessoas por dia. Entre 20 e 50 milhões ficam gravemente feridos. “Formando um gigantesco exército de mutilados”, constatou Ana Maria. Estes números informam que quase toda semana famílias ficam de luto por causa da irresponsabilidade no trânsito.

Por isso, Rafael Baltresca, que perdeu a mãe e a irmã em um acidente de trânsito e já esteve no programa em outra oportunidade para comentar o tema direção e álcool, lançou em dezembro a campanha “Não foi acidente”, para chamar a atenção das autoridades sobre a Lei que determina se o motorista que bebe tem ou não a intenção de matar. A apresentadora mostrou o vídeo e o site da campanha “Não foi acidente” para incentivar a adesão ao movimento para que a Lei possa chegar ao Congresso Nacional para entrar em votação.

Na casa de vidro, Ana Maria conversou com o repórter Valmir Salaro, de São Paulo, que acompanhou de perto alguns casos de acidentes na grande cidade. O jornalista fez um balanço do assunto em 2011. O jornalista comentou que iniciativas como a da Rafael Baltresca são sempre válidas, porque acredita que todos nós precisamos ter consciência dos seus direitos e lutar por eles. “Vendo essas imagens, me emociona, fico sensibilizado e tenho essa sensação de impotência”, disse.

Salaro admitiu que os acidentes sempre o chamam a atenção e a frieza com a qual as pessoas que causaram esses acidentes se comportaram na delegacia. Ana Maria também relembrou casos que mexeram com todo o país, o caso da escola Tasso da Silveira, a morte da juíza Patrícia Aciolli e do pai que mandou matar a filha no interior do Rio Grande do Sul. Sobre a questão da violência, Valmir disse que o caso que mais o chocou este ano foi a do menino, de 10 anos, que atirou na professora e depois se matou, no interior de São Paulo. “Foi uma reportagem que me emocionou muito, porque ninguém sabe o motivo”, lembrou.

A apresentadora também comentou sobre crimes contra a mulher e ressaltou que elas têm feito mais denúncias. E ela recordou dois casos de grande repercussão, o do médico Abdelmassih, que estuprava suas pacientes, e do jornalista Pimenta Neves, que matou a ex-namorada Sandra Gomide . “Acho que o crime em família aumentou muito. Até que ponto vai chegar? Por que isso?”, questionou Salaro.


Salário Mínimo R$ 622,00

Dilma Rousseff assinou neste sábado o decreto que determina o valor de R$ 622 para o salário mínimo a partir de janeiro de 2012.
O reajuste representa aumento de 14,13% em relação ao valor atual, de R$ 545. O decreto será publicado noDiário Oficial da União de segunda-feira, dia 26.
O método de reajuste do salário mínimo foi definido no início de 2010 por meio de uma medida provisória aprovada pelo Congresso.
O valor é calculado com base na inflação dos dois anos anteriores, acrescido do percentual de crescimento da economia do ano anterior de sua validade. Pela primeira vez, o valor do reajuste obedece a esses critérios.
A MP também determina que até 2015 todas as definições sobre o valor do mínimo serão feitas por meio de decreto presidencial.

dezembro 12, 2011

Planalto tenta blindar Pimentel

Tarja para o tema Escândalos do governo Dilma[veja]


Governo e PT põem em prática, nesta semana, sua articulação estratégica para esvaziar caso envolvendo ministro

Brasília - O Palácio do Planalto deflagrou estratégia para tentar esvaziar ao longo desta semana o caso envolvendo o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. A avaliação interna é que, se conseguir desidratar o episódio envolvendo as consultorias de Pimentel antes do recesso de fim de ano, o caso estará encerrado. O jornal O Globo revelou que o ministro recebeu R$ 2 milhões em consultoria antes do governo Dilma.

A ordem do Planalto é barrar uma convocação do ministro para falar sobre caso no Senado. Para o governo, o risco de um depoimento é maior do que o desgaste para abafar uma convocação. Essa ação do governo tem o respaldo pessoal da presidente Dilma Rousseff.

Segundo interlocutores, diferente dos outros episódios de queda de ministros, Dilma não emitiu sinais de substituição de Pimentel. Pelo contrário: a orientação é de que ele permanece na reforma ministerial.

Mas já há o reconhecimento interno de que ele ficará enfraquecido politicamente. De forma reservada, ministros admitem que, apesar das explicações, as denúncias criaram forte desgaste na imagem de Fernando Pimentel.

Amanhã, será votado o requerimento apresentado pelo líder do PSDB, senador Álvaro Dias, para convocação de Pimentel na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle. Mas, segundo um ministro, é melhor sofrer um pequeno desgaste para barrar a convocação, do que realimentar o noticiário com um depoimento considerado arriscado. "Se ele não for, ficará muito mal para o governo. Até porque, os demais ministros que foram prestar esclarecimentos não eram do PT. A operação para barrar a convocação de Pimentel mostra que o governo está preocupado com as denúncias", ressaltou Álvaro Dias. "Se eles estivessem tranquilos, essa seria a melhor oportunidade para dar explicações. Ou esse dinheiro da consultoria é resultado de tráfico de influência ou, pior, é lavagem de dinheiro de caixa dois de campanha", disse.

Aliados incomodados

O PT também reforça essa estratégia de esvaziar o caso, apesar do constrangimento dos aliados, que viram pela primeira vez a presidente Dilma mudar de ideia e blindar o ministro de sua cota pessoal.

O líder do PT, senador Humberto Costa (PE), descartou a possibilidade de aprovar uma convocação. "Não há motivação que justifique a convocação. Os fatos citados não dizem respeito ao governo federal", diz. Para reforçar Pimentel internamente, Dilma tem dado demonstrações de apreço por ele e chegou a aconselhá-lo a resistir às acusações, algo que não fez com os ministros que caíram ao longo desse ano. Essa estratégia já incomoda os aliados.



Passemos o Brasil a limpo. Blindagem política diante escândalos?? Até onde o país suportará as tentativas de camuflar os que usam de privilégios políticos??.

dezembro 11, 2011

Em plebiscito, eleitores do Pará rejeitam divisão do estado

Resultado do plebiscito encerra trâmite para a divisão do estado.

Os eleitores paraenses decidiram, em plebiscito realizado neste domingo (11), manter o estado do Pará com o território original, segundo informou às 20h08 o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Ricardo Nunes. A confirmação do resultado foi dada com 78% de urnas apuradas, duas horas depois do término da votação.

"Diante do cenário atual, matematicamente, os eleitores do estado do Pará decidiram pela não divisão", afirmou o presidente do TRE paraense.

Às 21h20 (horário de Brasília), com 95% das urnas apuradas, o resultado parcial indicava que 66,8% escolheram "não" para a criação do estado de Carajás e 66,3% rejeitaram a criação do estado de Tapajós.

Haviam sido apuradas 13.500 das 14.249 urnas do estado. A Justiça Eleitoral registrou abstenção de 25,5%. Do total apurado até este horário, menos de 1% era de votos nulos e 0,49% de brancos. Foram contabilizados os votos de 4,6 milhões (95,8%) dos 4,8 milhões de eleitores paraenses aptos a votar.

Com a decisão das urnas, o trâmite para a divisão do estado se encerrou junto com o plebiscito. Dessa forma, a Assembleia Legislativa paraense e o Congresso Nacional não precisarão analisar a divisão do território e criação dos novos estados.