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Brasil na alienação dos sentidos negativos da política, corrupção generalizada, a falta de reforma política... o ficha limpa não passa o Brasil a limpo!

Enfim, este país de vossas excelências, as mariposas políticas, o povo vive de utopia, pela miséria controlada afim de eleições e reeleições, donde o dinheiro público é investido ao bem patrimonial de políticos; e os jovens se perdem em redes sociais falando que vão ao banheiro!


dezembro 07, 2011

Outro ministro na berlinda: PSDB pede que Comissão de Ética investigue Pimentel

Tarja para o tema Escândalos do governo Dilma[veja]


Partido também entrou com uma representação no Ministério Público Federal para que investigue se houve improbidade administrativa por parte do ministro

Os líderes do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), e no Senado, Alvaro Dias (PR), protocolaram nesta quarta-feira representação na Comissão de Ética Pública da Presidência da República contra o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Eles querem que o grupo abra um processo administrativo para apurar a conduta do ministro, cuja empresa prestou serviços de consultoria a uma companhia contratada pela prefeitura de Belo Horizonte. Há seis dias a Comissão de Ética Pública recomendou a exoneração do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Ele deixou o cargo no domingo.

Os tucanos também entraram com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) pedindo a abertura de inquérito civil para apurar suposto enriquecimento ilícito decorrente de tráfico de influência por parte do ministro Pimentel. O PSDB avalia que o caso do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci se parece com o do ministro do Desenvolvimento. Na época, o Ministério Público abriu inquérito civil contra Palocci diante da revelação de que ele multiplicou seu patrimônio ao prestar serviços de consultoria. A Comissão de Ética Pública da Presidência puniu o ex-ministro com uma censura ética em novembro.

Passados pouco mais de cinco meses, a história se repete, agora com outro ministro deste governo, o senhor Fernando Pimentel”, afirmam os tucanos na ação.

Defesa - Governistas defenderam Pimentel nesta quarta-feira, entre eles, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Ele disse ter confiança “total” no ministro do Desenvolvimento. “Pessoalmente, tenho uma confiança muito grande no ministro Pimentel. Ele já prestou os esclarecimentos, são situações que obviamente não dizem respeito a sua atuação como homem público, mas como pessoa privada”, afirmou.

Suspeita - Reportagem de O Globo mostrou que a empresa de Pimentel e do sócio do petista, o atual assessor especial da prefeitura de Belo Horizonte, Otílio Prado, faturou 2 milhões de reais entre 2009 e 2010 em serviços de consultoria. Do total, 514 mil reais foram pagos pela Convap, uma empresa de engenharia que venceria, meses depois, duas licitações da prefeitura de Belo Horizonte, comandada por um aliado de Pimentel, Márcio Lacerda (PSB), no valor de 95,3 milhões de reais.

A empresa de Pimentel, a P-21, fechou ainda contrato no valor de 1 milhão de reais com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), em 2009, para consultoria econômica e em sustentabilidade. Outro contrato de Pimentel foi assinado com a QA Consulting, no valor de 400 mil reais, em fevereiro de 2011, para consultoria econômica.

Na edição desta quarta-feira, O Globo informa que o ex-sócio de Pimentel, Otílio Prado, continua na prefeitura de Belo Horizonte, em cargo de assessor especial do gabinete de Márcio Lacerda e com salário de 8,8 mil reais mensais.


Passemos o Brasil a limpo, até quando a presidente Dilma será polpada por ter escolhido ou aceitado homens com atitudes ilícitas??? E na certeza que os governistas irão tentar apoiar o Pimentel.



dezembro 05, 2011

Carlos Lupi pede demissão e diz que foi perseguição!!

Tarja para o tema Escândalos do governo Dilma[veja]


Após série de denúncias, ministro do Trabalho cai; Dilma perde sétimo ministro em menos de um ano no governo


Em reunião com a presidenta Dilma Rousseff, Carlos Lupi acertou hoje sua demissão do Ministério do Trabalho. Ele resolveu tomar a decisão ao ser informado que não tinha mais o apoio da presidenta. "Não dá mais", disse Lupi a um dos aliados dentro da legenda da qual é presidente em exercício. O iG apurou que ele já havia marcado uma reunião da Executiva Nacional do partido para anunciar sua decisão.

Na quarta-feira passada, a situação do ministro havia se agravado por conta do relatório da Comissão de Ética da Presidência da República que recomendou a sua exoneração do cargo. Num primeiro momento, Dilma optou por ganhar tempo. Pediu mais detalhes sobre o caso e recomendou que Lupi se explicasse mais.

Outro fato que pesou contra o ministro foi a revelação de que acumulou dois cargos públicos ao mesmo tempo, um como assessor da Câmara Municipal de Vereadores do Rio de Janeiro e outro como assessor da liderança do PDT na Câmara dos Deputados. O caso foi noticiado pelo jornal Folha de S.Paulo. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que, "em tese" Lupi cometeu um crime.

As denúncias contra Lupi se agravaram a partir do fim de outubro. No dia 26 daquele mês, o iG revelou que o esquema de desvio de recursos do Ministério do Esporte para Organizações Não-Governamentais também operou na pasta do Trabalho. Reportagem do portal trouxe o depoimento de um empresário que disse ter emitido notas "fiscais frias" para ONGs ligadas ao PDT.

Corrupção e avião particular

Em seguida, a revista Veja publicou reportagem mostrando um suposto esquema de arrecadação de propina envolvendo funcionários da pasta. Na semana seguinte, uma denúncia agravou ainda mais a situação de Lupi. A mesma revista revelou que ele usou um avião cedido por uma ONG para realizar uma viagem a municípios do Maranhão.


Reforma Política, quando ocorrerá??!!
Em nota, Lupi se diz vítima de 'ódio de forças reacionárias', então porque pediu demissão????



dezembro 01, 2011

Julgamento da Ficha Limpa é adiado

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa. O julgamento estava inicalmente previsto na pauta do Supremo, mas acabou não acontecendo.


[Foto: A sessão do STF julgou apenas em parte uma ADI contra um artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente - Nelson Jr./STF]

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa.

O julgamento estava inicalmente previsto na pauta do Supremo, mas acabou não acontecendo.

A análise de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pelo PTB contra uma artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente acabou tomando toda a sessão. O PTB questiona, na ADI, se o governo tem autoridade para punir a transmissão de programas de rádio ou televisão fora do horário recomendado.

Para o partido, o artigo que prevê a possibilidade de multa nesses casos, violaria a liberdade de expressão.

Designado relator, o ministro José Antonio Dias Toffoli proferiu um voto muito extenso, que tomou toda a tarde, a favor da ADI.

Outros quatro ministros votaram também favoravelmente. Em seguida, porém, o ministro Joaquim Barbosa pediu vistas, adiando a votação.

A essa altura, com o adiantado da hora, ministros alegaram outros compromissos, e a sessão acabou suspensa. O julgamento da ficha limpa fica na pauta do STF, e pode vir a ser feito, então, na próxima semana.


O Brasil precisa ser passado a limpo... dar maior atenção a questão do que as crianças e adolescentes vão assistir na TV a ter que apreciar o Ficha Limpa??!!


Mario Negromonte, o ministro-zumbi

Tarja para o tema Escândalos do governo Dilma[veja]



Mais um ministro pego na curva, mais um que se vale do surradíssimo método de desqualificar a imprensa, sem dar as devidas explicações do “malfeito”. Mas, para justificar sua fragilidade, Mario Negromonte conseguiu propor teorias conspiratórias ainda mais rocambolescas do que o usual. Acompanhem duas de suas mais brilhantes linhas de raciocínio:

1) a “imprensa do sul” odeia o Nordeste, e ele é nordestino — logo as denúncias não passam de preconceito;
2) Dilma é mulher, e a imprensa tem preconceito contra mulheres — logo a imprensa quer derrubar o governo.

Confesso que eu não estava preparado para isso. É tão delirante que chega a ser genial. Enfim, Mario Negromonte é mais um morto-vivo na esplanada dos ministérios. Se a Dilma não quer demitir agora, resta deixar o ministro-zumbi no limbo, sendo comido pelas baratas e vermes enquanto a reforma ministerial não chega. E que venha logo 2012…




Reforma Política, quando ocorrerá??!!
Enquanto isto,
os produtos da corrupção não voltam aos cofres públicos...


novembro 27, 2011

As mulheres do poder

A posse de Benedita da Silva — ex-senadora pelo PT — como governadora do Estado do Rio de Janeiro, traz a tona a discussão sobre a ocupação pelas mulheres do espaço político, particularmente nos mais altos cargos do poder executivo.


A reivindicação de espaço para as mulheres nos partidos políticos em todas as eleições — com a exigência de percentuais obrigatórios de candidaturas femininas — é bandeira levantada pelo feminismo burguês, para todos os partidos, desde os que são chamados de esquerda aos de direita.

A atitude parte da premissa de que o fato de ser mulher dá as candidatas, sem qualquer distinção, o aval de honestidade, sensibilidade, criatividade e outros quesitos, dentro da concepção de que é necessário lutar pela ocupação de todos os espaços pelas mulheres, como garantia de sua condição de igualdade com os homens.

A posse de Benedita é saudada como uma conquista tripla: mulher, pele escura, nascida e criada na favela. No dia de sua posse, enquanto se preparava a solenidade com pompa e circunstância, a polícia carioca era acionada para reprimir uma revolta popular no Complexo do Alemão. A população se insurgira em rechaço ao assassinato de um garoto de 12 anos como consequência de mais um tiroteio contra traficantes. A nova governadora não titubeou, mandou a polícia pôr fim a "desordem".

Benedita da Silva, a deputada, senadora, agora governadora, "mulher, negra e favelada", como afirma seu slogan de campanha — armada da "sensibilidade especial que lhe confere o fato de ser do sexo feminino", agiu com a firmeza, a presteza, a honorabilidade de todos os que ocuparam antes o palácio de onde hoje governa. Ou seja, acionou os órgãos de repressão para atacar os que se defendiam da violência policial que mais uma vez tirara a vida de uma criança, em lugar de punir os responsáveis por mais um assassinato, a punição dos que se rebelam contra esta situação insustentável.

A governadora Benedita da Silva inaugura seu mandato, tão aplaudido, com a formação de uma força tarefa — polícia militar, federal e o exército — para conter a revolta popular nas áreas mais sofridas do Rio de Janeiro, áreas que ela diz conhecer profundamente e que, segundo seu primeiro ato no governo, necessita unicamente de repressão policial para solucionar seus gravíssimos problemas. Enquanto isso, encantada com o novo cargo, muda-se para o palácio das Laranjeiras com toda a família e demagogicamente anuncia pela imprensa que seguirá promovendo sua famosa feijoada em seu antigo endereço.

Na maior metrópole da América Latina — São Paulo — a mulher "ocupa seu espaço" no mais alto cargo do executivo municipal. A cidade de São Paulo é governada por Marta Suplicy, também PT. Marta é mulher, branca, nascida em família "nobre" — é bisneta de conde e neta de barão — e criada nas mansões dos bairros da grande burguesia paulista. Da mesma forma que Benedita, a prefeita é glorificada como o exemplo da elegância no poder. A imprensa de sua gente louva o luxo da prefeita afirmando que "o espetacular no seu caso é que leva aquela elegância também à prefeitura. Durante um tumultuado almoço em que distribuiu sopa a um grupo de desabrigado, Marta vestiu um belíssimo terno azul-piscina". Na mesma matéria fotos mostram a prefeita exibindo roupas de grife, cujos preços são uma afronta sem tamanho à miséria do povo: em visita a um bairro da periferia vitimado pela enchente, a "elegante" prefeita enfrenta a lama usando sapatos italianos Salvatore Ferragamo que custaram a bagatela de 1.000 reais. Em festa de casamento da família Safra aparece trajando a grife japonesa Kenzo, num vestido que custou 10 mil reais. Completando a orgia da prefeita "chique", sua festa de aniversário de 57 anos, para 500 convidados, dividida com o deputado José Dirceu que também celebrava seu aniversário, reuniu representantes da alta burguesia com a corte do Partido dos Trabalhadores, destacando-se o, pela quarta vez consecutiva, presidenciável Lula.

No Nordeste, Roseana — governadora do Maranhão pelo PFL, mulher, branca, nascida e criada nos latifúndios da família Sarney, desiste da candidatura do mais alto cargo executivo do país, a Presidência da República. Outro exemplo da ocupação do espaço, tradicionalmente masculino, pela mulher que não resistiu mais que algumas semanas. Desmoronou-se a candidatura de Roseana pela prática mais antiga dos políticos machos: a corrupção, as caixas de campanha não tributáveis.

A participação da mulher nos altos cargos do poder público ou privado, não prova outra coisa que a falsidade do feminismo burguês na tese da "natureza feminina". Tese anticientífica, desenvolvida pelas classes dominantes, desde a Antiguidade, que buscavam "provar" a inferioridade da mulher frente ao homem. Modernamente, essa falsa e descarada teoria do feminismo burguês contemporâneo, contrapondo-se ao "pecado original de Eva", à mulher um poder mítico oriundo de uma "pureza original".

A questão da subjugação da mulher é um problema de classe. Queira ou não o feminismo burguês, as mulheres estão presentes em todas as sociedades, em todos os países, divididas em campos opostos, ou seja, pertencem elas às classes dominantes ou às classes dominadas. Da realidade não há como fugir, a não ser em plataformas eleitorais, onde a demagogia e o cinismo não têm limites e os programas e o papel aceita tudo.

A luta das mulheres por sua emancipação, isto é, por colocar-se em condição de igualdade com os homens, é parte da luta pela libertação de todo o povo, é parte da luta de classes. Nos marcos do Estado burguês a ascensão de algumas mulheres aos altos cargos de governo nada mais é que o reforço do status quo, não passa de uma caricatura de sua emancipação.

No século 19, as mulheres das classes dominantes convocavam as massas femininas operárias à luta pelo direito de freqüentar a universidade nos cursos de Medicina, Engenharia e outros permitidos apenas aos homens. Entretanto, como foi denunciado pelo movimento feminino socialista da época, isso não passava de uma manipulação, já que, na realidade, as mulheres operárias, neste sistema, jamais freqüentariam a universidade, pelo simples fato de trabalharem, em condições sub-humanas, nas fábricas por 14 horas todos os dias de suas vidas. Nos atuais tempos modernos as mulheres brasileiras são chamadas a apoiar candidaturas femininas aos cargos que justificam o guarda-roupa milionário de Marta Suplicy e o genocídio da polícia de Benedita da Silva.

O poder executivo, legislativo e judiciário é o poder das classes dominantes. Portanto, ocupá-lo implica aceitá-lo, optar por ele, com maquiagem ou sem maquiagem. As mulheres burguesas, as mulheres latifundiárias e as mulheres oriundas da favela, dentro da máquina desse poder reacionário, ocupam um único espaço: o espaço reservado aos homens e mulheres das classes dominantes para melhor explorar e oprimir a imensa maioria da população laboriosa do Brasil e do mundo.

De toda essa libertação da mulher, tão ensalsada pela mídia, só restou a triste ironia da "mulher, negra e favelada" que ascendeu ao poder de Estado para reprimir os favelados e a ridícula fachada de "esquerda" para perpetuar o domínio da decadente quatrocentona família burguesa paulista. Ou será que a candidatura de Rita Camata a vice-Presidente, de "salto alto e maquiagem", para tentar salvar o naufrágio de Serra, nos provará o contrário?


novembro 26, 2011

Mais um ministro na berlinda?? Enquanto isto, os produtos da corrupção não voltam aos cofres públicos...

Ministro das Cidades admite alteração em nota para obra da Copa

Do Estadão


O ministro das Cidades, Mário Negromonte, admitiu ter havido mudança no projeto de mobilidade urbana de Mato Grosso para implementar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá, cuja execução foi reprovada pela COntroladoria-Geral da União (CGU), conforme revelou reportagem do Estado desta sexta-feira, 25. Em entrevista a Rádio Estadão ESPN, nesta manhã, Negromonte negou que a alteração do projeto foi feita de forma fraudulenta. Na entrevista, Negromonte negou fraude no caso, chamou o repórter do Estado de mentiroso e desligou o telefone durante a conversa.

"O que houve foi divergência de opiniões dos técnicos. Não tem fraude", afirmou o ministro. Segundo ele, o chefe de gabinete do mistério, Cássio Peixoto, pediu que o projeto fosse reavaliado. "Ele não pediu ao meu mandado, não. Ele disse que solicitou a reanálise", disse. Cássio Peixoto integra o Grupo Especial de Acompanhamento da Copa 2014 (Gecopa) e, de acordo com o ministro, a troca do modal, linha rápida de ônibus para VLT, foi uma decisão do grupo, feita a pedido do governo de Mato Grosso. "Se houve comportamento errado, a sindicância vai apurar. Não vou botar mão na cabeça de ninguém. Se houve erro, vai ser analisado", afirmou.

Negromonte disse ainda desconhecer o relatório da CGU, que alertou que o VLT não deve ficar pronto até a Copa do Mundo de 2014. De acordo com o documento, o governo de Mato Grosso omitiu informaçõe sobre o gasto com a obra, orçada em pelo menos R$ 1,2 bilhão, R$ 700 milhões a mais do que a proposta original, da linha rápida de ônibus. "Apenas foi uma proposta do governo do Estado [do Matro Grosso], que tem autonomia federativa, para sugerir uma alteração do modal", argumentou o ministro.

Nessa quinta-feira, 24, o estadão.com.br mostrou gravações em que funcionários do ministério falam sobre os estudos técnicos feitos sobre a obra e a opção que favorece o governador do Mato Grosso, Sinval Barbosa (PDMB). O segundo estudo, que deu parecer favorável a obra, ficou com identificação igual a do primeiro, contrário ao projeto. Para Negromonte, entrentanto, não há indício de irregularidades. "Havia a opinião de um técnico dando um parecer e a opinião de outro técnico, da diretora Luiza Gomide Vianna, que é mais bem preparada, que reavaliou o parecer", disse. "Não houve fraude. Estão querendo colocar chifre em cabeça de jumento". O analista técnico Higor Guerra, que anteriormente deu parecer contrário à obra, negou-se a assinar o novo documento e há duas semanas pediu desligamento da pasta.

Irritado, Mário Negromonte afirmou que o relatório da CGU, que aponta falhas no novo projeto, será analisado. "Você está agoniado [disse ao repórter Leandro Colon]. Temos responsabilidade e vamos primeiro apurar [o que houve]". O ministro repetiu várias vezes durante a entrevista que mandou abrir sindicância para avaliar o caso e que se nega a demitir funcionários na pasta para não "prejulgar" os envolvidos.

Investigações. Após as denúncias de irregularidades, o Ministério Público em Mato Grosso e no Distrito Federal decidiu investigar se houve improbidade administrativa dos gestores do Ministério das Cidades. Se ficar constatada a adulteração do documento, a obra em Cuiabá pode ser embargada.


novembro 22, 2011

PC 83/2011 - Proposta que estabelece a maioridade civil e penal aos 16 anos

Está a direita no site, nossa consulta: você é a favor ou contra a proposta de emenda constitucional (PEC) que estabelece a maioridade civil e penal aos 16 anos?

Essa proposta trata de um assunto importante:

Diminuir para 16 anos a maioridade penal seria uma solução para o combate a criminalidade na nossa sociedade?
A redução da maioridade penal reduz também a prática de crimes?

E a maioridade civil?
Você acha que um jovem ou uma jovem de 16 anos pode, por exemplo, decidir casar-se e ir em frente sem o OK dos pais?

A PEC 83/2011, de autoria do senador Clésio Andrade (PR-MG), apresentada em setembro passado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, propõe a alteração da redação do artigo 228 da Constituição Federal “para prever que a maioridade é atingida aos 16 (dezesseis) anos, momento a partir do qual a pessoa é penalmente imputável e capaz para exercer diretamente todos os atos da vida civil”.

PEC - PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO, Nº 83 de 2011

Autor: SENADOR - Clésio Andrade e outro(s) Sr(s). Senador(es)

Ementa: Estabelece a maioridade civil e penal aos dezesseis anos, tornando obrigatório o exercício do voto nesta idade.

Explicação da ementa:
Altera a redação do art. 14 da Constituição Federal para prever no inciso I do § 1º do mencionado art. que o alistamento eleitoral e o voto serão obrigatórios para os maiores de dezesseis anos; prevê no inciso II do citado § 1º que o alistamento eleitoral e o voto serão facultativos para os analfabetos e para os maiores de setenta anos; altera a redação do art. 228 da Constituição Federal para prever que a maioridade é atingida aos 16 (dezesseis) anos, momento a partir do qual a pessoa é penalmente imputável e capaz para exercer diretamente todos os atos da vida civil.
Assunto: Jurídico - Direito penal e processual penal
Data de apresentação: 30/08/2011
Situação atual: Local: 01/09/2011 - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
Situação: 01/09/2011 - AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR


Maioridade civil e penal também significaria que o jovem de 16 anos pode até casar sem a necessidade de consentimento dos pais, beber sem problemas em bares -- mas também ir para a cadeia em caso de crime...