Brasil prima-se em encolher diante a rápida alienação dos sentidos negativos da vontade política para com a nação, em função de uma corrupção generalizada, pela falta de reforma política...
... urgência é passar o Brasil a limpo!

Enfim, neste país de vossas excelências, as mariposas políticas, restá-nos viver de utopia, por que com a miséria controlada por nossos políticos, nossos não, políticos dos menos favorecidos que são manipulados pela mídia e pelos bolsas de manutenção da pobreza [bolsa família, bolsa escola, cartão alimentação, auxilio gás, bolsa alimentação, blá, blá, blá], porquanto, jamais atingiremos o patamar de um país justo, na equidade de classes sociais, na divisão das rendas, onde o patrão faz consórcio com o empregado na participação dos lucros, um país onde a corrupção é exterminada pela repreensão exemplar e o dinheiro público é investido ao bem social.

Infelizmente, nossos jovens se perdem em redes sociais falando de coisas banais, de amor, de futebol, carros e relacionamentos, de rock, funk, hip hop, axé, quando vão ao banheiro!


Fevereiro 03, 2012

Demorou: Mário Negromonte cai

Tarja para o tema Escândalos do governo Dilma[veja]


Folha de S.Paulo

Brasília – Indicado pelo PP, o ministro Mário Negromonte entregou ontem o pedido de demissão do Ministério das Cidades. O líder do partido na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), será o substituto.

Foi o sétimo ministro de Dilma Rousseff a cair sob suspeita de irregularidade, o primeiro neste ano, e o 9º ministro a deixar o governo.

Em carta entregue a presidente, no Palácio do Planalto, o ex-ministro disse que foi alvo de “denúncias vazias”. A reportagem, Negromonte afirmou que saiu por questões políticas: “Aqui não tem ilegalidade, não tem corrupção. O problema foi político. Não foi de gestão. Nenhuma denúncia vingou”.

Desde o ano passado, o ministro enfrentava desgaste no cargo. Foi envolvido em suspeitas de pagamentos de mesadas a colegas do PP, fraude num parecer de um projeto milionário da Copa do Mundo e direcionamento de emendas para favorecer sua mulher na Bahia.

Como revelou a reportagem, o ministro teve seu nome ligado a reuniões sigilosas com empresário e lobista na casa do federal João Pizzolatti (PP-SC). Negromonte participou de um dos encontros. O episódio derrubou o chefe de gabinete dele, Cássio Peixoto.

A queda de Negromonte é mais um capítulo da reforma ministerial em curso.

Sua gestão a frente do ministério nunca agradou a presidente Dilma.

Ciente do desgaste e do risco de perder a pasta, o PP negociou sua saída. O nome de Aguinaldo Ribeiro, 42 anos, não é consenso na bancada, mas sempre foi bem visto no Planalto e teve o respaldo do presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ).

Ribeiro disse que, como ministro, vai trabalhar pela unidade do partido, que é aliado do governo: “Essa é nossa prioridade”.

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